um belo filme? Este filme é colossal! Lol :D é dos meus filmes favoritos, pelo que muito agradado fico de o ver por aqui neste arquivo pessoal igualmente colossal! Já tenho cá uma fotografia deste filme para colocá-la um dia no meu AP, talvez quando o revir, talvez quando me apetecer partilhá-la. Aprecio sempre os teus posts.
qdo vi o filme, agradou-me o deslize retardado de uma cena da primeira parte. já não me lembro mto bem o que se passava, ( já foi há mais de um ano ),sei que era um efeito de câmara lenta. inicialmente, gostei do impacto visual, depois disseram-me que o fenómeno se dava por imperativos de duração da composição... foi estranho saber que houve uma manipulação não por motivos artísticos, mas sim de cronometragem... é legítimo, contudo.
Às vezes os efeitos mais surpreendentes surgem por acaso. Veja-se o trabalho do Warhol - Oxidation - em que há uma montagem em cobre, pigmentos metálicos e...urina (sua e dos amigos). Nuno Vieira
Esse filme é como diz o Juzelino, uma maravilha. As saudades que eu tenho da Jean Seberg (Só lhe faltava mesmo uma banda sonora com música dos Kills :-) ) Beijos
"o que sobretudo amo em ti é não perdoares". Ainda que aparentemente estranha, esta frase é plena de sentidos. E muito real! . . Bom fim de semana, Corpo. . .
16 Comments:
De certeza?
Bonita frase, not true...
long time no see...
que coincidência, um dos meus livros de férias foi o "primavera autónoma das estradas" do mário cesariny, que contém este texto!
(escrevo tb aqui porque o outro tinha para lá um testamento qualquer e podias nao reparar)
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claro que li as tuas palavras. :)
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mas por via das dúvidas apaguei o "testamento".
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gracias!
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Ora um belo filme e ora um excelente escritor.
um belo filme? Este filme é colossal! Lol :D
é dos meus filmes favoritos, pelo que muito agradado fico de o ver por aqui neste arquivo pessoal igualmente colossal! Já tenho cá uma fotografia deste filme para colocá-la um dia no meu AP, talvez quando o revir, talvez quando me apetecer partilhá-la.
Aprecio sempre os teus posts.
Calma, Juzelino! :)
hmm agora sim, estou mais calmo. aiai, deixei-me levar pelos meus instintos animalescos! Tenho que começar a controlar isto! :D
qdo vi o filme, agradou-me o deslize retardado de uma cena da primeira parte. já não me lembro mto bem o que se passava, ( já foi há mais de um ano ),sei que era um efeito de câmara lenta. inicialmente, gostei do impacto visual, depois disseram-me que o fenómeno se dava por imperativos de duração da composição...
foi estranho saber que houve uma manipulação não por motivos artísticos, mas sim de cronometragem...
é legítimo, contudo.
Às vezes os efeitos mais surpreendentes surgem por acaso.
Veja-se o trabalho do Warhol - Oxidation - em que há uma montagem em cobre, pigmentos metálicos e...urina (sua e dos amigos).
Nuno Vieira
beijo.
Este corpo é interessante. O manifesto surrealista e um filme da novelle vague.
Fiquei curioso com o que se segue.
António Pedro
P.S. Já pensaste criar um email do hotmail, aderires ao messenger e trocar impressões com o teu público? :)
«Hotel Chelsea nights»
....
Ryan Adams....
Esse filme é como diz o Juzelino, uma maravilha. As saudades que eu tenho da Jean Seberg
(Só lhe faltava mesmo uma banda sonora com música dos Kills :-) )
Beijos
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Boa Yardbird!
"I hate the way you love"...
Que eu sei que o Corpo gosta! :)
Francisco
"o que sobretudo amo em ti é não perdoares". Ainda que aparentemente estranha, esta frase é plena de sentidos. E muito real!
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Bom fim de semana, Corpo.
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