Sunday, August 21, 2005

imaginação querida,
o que sobretudo amo em ti é não perdoares.
(andré breton)


"a bout de souffle" by jean-luc godard

16 Comments:

Blogger Elvira Bill said...

De certeza?
Bonita frase, not true...

11:16 pm  
Blogger massacrador de floribellas said...

long time no see...

que coincidência, um dos meus livros de férias foi o "primavera autónoma das estradas" do mário cesariny, que contém este texto!

(escrevo tb aqui porque o outro tinha para lá um testamento qualquer e podias nao reparar)

12:01 am  
Blogger corpo visível said...

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claro que li as tuas palavras. :)
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mas por via das dúvidas apaguei o "testamento".
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gracias!
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12:28 am  
Blogger O poeta noctívago said...

Ora um belo filme e ora um excelente escritor.

2:29 am  
Blogger jose said...

um belo filme? Este filme é colossal! Lol :D
é dos meus filmes favoritos, pelo que muito agradado fico de o ver por aqui neste arquivo pessoal igualmente colossal! Já tenho cá uma fotografia deste filme para colocá-la um dia no meu AP, talvez quando o revir, talvez quando me apetecer partilhá-la.
Aprecio sempre os teus posts.

8:37 pm  
Blogger O poeta noctívago said...

Calma, Juzelino! :)

10:48 pm  
Blogger jose said...

hmm agora sim, estou mais calmo. aiai, deixei-me levar pelos meus instintos animalescos! Tenho que começar a controlar isto! :D

7:21 pm  
Blogger dueto said...

qdo vi o filme, agradou-me o deslize retardado de uma cena da primeira parte. já não me lembro mto bem o que se passava, ( já foi há mais de um ano ),sei que era um efeito de câmara lenta. inicialmente, gostei do impacto visual, depois disseram-me que o fenómeno se dava por imperativos de duração da composição...
foi estranho saber que houve uma manipulação não por motivos artísticos, mas sim de cronometragem...
é legítimo, contudo.

11:38 pm  
Anonymous Anonymous said...

Às vezes os efeitos mais surpreendentes surgem por acaso.
Veja-se o trabalho do Warhol - Oxidation - em que há uma montagem em cobre, pigmentos metálicos e...urina (sua e dos amigos).
Nuno Vieira

2:30 am  
Blogger Mendes Ferreira said...

beijo.

8:44 pm  
Anonymous António Pedro said...

Este corpo é interessante. O manifesto surrealista e um filme da novelle vague.
Fiquei curioso com o que se segue.
António Pedro

P.S. Já pensaste criar um email do hotmail, aderires ao messenger e trocar impressões com o teu público? :)

9:39 pm  
Blogger Mig-l said...

«Hotel Chelsea nights»

....

Ryan Adams....

4:25 am  
Blogger Yardbird said...

Esse filme é como diz o Juzelino, uma maravilha. As saudades que eu tenho da Jean Seberg
(Só lhe faltava mesmo uma banda sonora com música dos Kills :-) )
Beijos

11:23 am  
Blogger Yardbird said...

This comment has been removed by a blog administrator.

11:23 am  
Anonymous Anonymous said...

Boa Yardbird!
"I hate the way you love"...
Que eu sei que o Corpo gosta! :)
Francisco

3:20 pm  
Blogger Luís Miguel said...

"o que sobretudo amo em ti é não perdoares". Ainda que aparentemente estranha, esta frase é plena de sentidos. E muito real!
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Bom fim de semana, Corpo.
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9:58 pm  

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