«Numa curva do Deserto à quem se pergunte o Porquê de duvidas lançadas à multidão, quando Ela propria não responde, quando tu propria não respondes...Será um Fogo que arde e ao invés de ser apagado...é alimentado?»
bem. isso é muy belo de se dizer quando não temos dores reais. Mas se ele disse, não se poderá questionar as suas intenções. Gosto de visitar este sítio.
«Sob a capa de 1 ou demais verbos, alimentas a curiosidade de quem quem te quer tornar palpavel, visivel. Com, ou sem, corpo fisico, de carbne, musculos, tendões, derme e epiderme, feita.
Por conveniência à conversa, o O'Neil diz, entre muitas outras coisas, nas "Setenças delirantes dum poeta para si próprio em tempo de cabeças pensantes" que: Não te ataques com os atacadores dos outros. Deixa a cada sapato a sua marcha e direcção. O mesmo deves fazer com os açaimos.
E com os botões.
Perguntas-me o que deves fazer com a pedra que te puseram em cima da cabeça? Não penses no que fazer com. Cuida no que fazer da.
17 Comments:
Um dos magníficos representantes do TPG: Alexandre O´Neill. :)))
Não quererás dizer TGP?
Não. Pois o TPG é um termo inventado por mim: Triunvirato dos Poetas Geniais. E engloba o Herberto e o Cesariny. :)
Por vezes é bom ter a "anestesia" de uma dor inventada.
Era muito nova quando descobri o O'Neill, a princípio não o percebi muito bem e depois achei que ele nunca tinha deixado de ser criança...
Agora...deixa-me a pensar.
«Numa curva do Deserto à quem se pergunte o Porquê de duvidas lançadas à multidão, quando Ela propria não responde, quando tu propria não respondes...Será um Fogo que arde e ao invés de ser apagado...é alimentado?»
bem. isso é muy belo de se dizer quando não temos dores reais. Mas se ele disse, não se poderá questionar as suas intenções.
Gosto de visitar este sítio.
O poeta já disse tudo.
Beijo.
Não conhecia o blog... e tenho a dizer que é impossivel ficar indiferente! Com impacto, sem dúvida! Prometo voltar ;)
Evidentemente...sim.
As dores reais são aquelas que nos dizem o que somos. As dores inventadas são aquelas que nos dizem o que não somos.
Dores? De preferência, nem as reais! Nem inventadas. Nem sequer chamar alguém de Maria das Dores.
Gostei deste post, Corpo!
:D
Bjzz sem dores
«Sob a capa de 1 ou demais verbos, alimentas a curiosidade de quem quem te quer tornar palpavel, visivel. Com, ou sem, corpo fisico, de carbne, musculos, tendões, derme e epiderme, feita.
Aparece. Aparece-te, de uma vez por todas, pah!»
P.S-» Sabes como e onde, não?
O doce deslizar num fio de navalha cego. Medo ou sensação de pele a ser cortada?
vim-te dar aquele braço sentido.
Por conveniência à conversa, o O'Neil diz, entre muitas outras coisas, nas "Setenças delirantes dum poeta para si próprio em tempo de cabeças pensantes" que:
Não te ataques com os atacadores dos outros.
Deixa a cada sapato a sua marcha e direcção.
O mesmo deves fazer com os açaimos.
E com os botões.
Perguntas-me o que deves fazer com a pedra que
te puseram em cima da cabeça?
Não penses no que fazer com. Cuida no que fazer da.
É provável que te sintas logo muito melhor.
Sai, então, de baixo da pedra.
Grande filme, grandes actores, mas...ainda maior Alexandre :-)
Beijos
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