Thursday, August 25, 2005

às dores inventadas prefere as reais.
doem muito menos ou então muito mais.
(alexandre o'neill)


"cat on a hot tin roof" by richard brooks

17 Comments:

Blogger O poeta noctívago said...

Um dos magníficos representantes do TPG: Alexandre O´Neill. :)))

3:10 am  
Anonymous Anonymous said...

Não quererás dizer TGP?

1:49 pm  
Blogger O poeta noctívago said...

Não. Pois o TPG é um termo inventado por mim: Triunvirato dos Poetas Geniais. E engloba o Herberto e o Cesariny. :)

2:22 pm  
Blogger JRD said...

Por vezes é bom ter a "anestesia" de uma dor inventada.

4:32 pm  
Blogger Pingalin said...

Era muito nova quando descobri o O'Neill, a princípio não o percebi muito bem e depois achei que ele nunca tinha deixado de ser criança...

Agora...deixa-me a pensar.

5:03 pm  
Blogger Mig-l said...

«Numa curva do Deserto à quem se pergunte o Porquê de duvidas lançadas à multidão, quando Ela propria não responde, quando tu propria não respondes...Será um Fogo que arde e ao invés de ser apagado...é alimentado?»

6:15 pm  
Blogger jose said...

bem. isso é muy belo de se dizer quando não temos dores reais. Mas se ele disse, não se poderá questionar as suas intenções.
Gosto de visitar este sítio.

2:10 pm  
Blogger C.S.A. said...

O poeta já disse tudo.
Beijo.

4:48 pm  
Blogger Rainha das cores said...

Não conhecia o blog... e tenho a dizer que é impossivel ficar indiferente! Com impacto, sem dúvida! Prometo voltar ;)

3:20 am  
Blogger Mig-l said...

Evidentemente...sim.

4:21 am  
Blogger franz said...

As dores reais são aquelas que nos dizem o que somos. As dores inventadas são aquelas que nos dizem o que não somos.

4:47 pm  
Blogger Kraak/Peixinho said...

Dores? De preferência, nem as reais! Nem inventadas. Nem sequer chamar alguém de Maria das Dores.

Gostei deste post, Corpo!
:D

Bjzz sem dores

1:01 am  
Blogger Mig-l said...

«Sob a capa de 1 ou demais verbos, alimentas a curiosidade de quem quem te quer tornar palpavel, visivel. Com, ou sem, corpo fisico, de carbne, musculos, tendões, derme e epiderme, feita.

Aparece. Aparece-te, de uma vez por todas, pah!»

P.S-» Sabes como e onde, não?

1:15 am  
Blogger Mig-l said...

O doce deslizar num fio de navalha cego. Medo ou sensação de pele a ser cortada?

5:53 am  
Blogger Ankh said...

vim-te dar aquele braço sentido.

4:19 pm  
Blogger Luís said...

Por conveniência à conversa, o O'Neil diz, entre muitas outras coisas, nas "Setenças delirantes dum poeta para si próprio em tempo de cabeças pensantes" que:
Não te ataques com os atacadores dos outros.
Deixa a cada sapato a sua marcha e direcção.
O mesmo deves fazer com os açaimos.

E com os botões.


Perguntas-me o que deves fazer com a pedra que
te puseram em cima da cabeça?
Não penses no que fazer com. Cuida no que fazer da.

É provável que te sintas logo muito melhor.

Sai, então, de baixo da pedra.

5:04 pm  
Blogger Yardbird said...

Grande filme, grandes actores, mas...ainda maior Alexandre :-)
Beijos

9:26 pm  

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