Friday, September 30, 2005
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22 Comments:
O sangue precipita-se, simples átomo, e as polpas dos meus dedos são pacíficos tigres; pulverizo-me na partida, ficando, mas as tuas veias escuras levam-me no seu leito de pedras e ouço a cantiga: «I can give you anything but love».
É só o tempo de uma última manipulação, de uma maravilhosa objectiva subjectiva: fica uma poalha. E eu gosto da palavra «poalha»: ela acompanha-te.
Este filme... Issa!
bom dia Coooorrrrrpppppo....o tempo de ir é o tempo de ser e ficar. bjos.
aiai o al berto. não morreu não. tá aqui no blog da corpo bem juntinho do vincent e da christina. O_o
nunca vi o filme, so vi um bocado quando deu há uns tempos na tv e fiquei com muy vontade de o ver. tenho que tratar disso. belo post. post belo.
Belo!
continuo à espera....
curiosamente - e sem que eu o soubesse antecipadamente - passou ontem na rtp memória uma entrevista antiga, de fundo, da isabel baía (lembram-se?) ao al berto.
em que ele lia alguns dos seus poemas na sua incrível voz. gostava de ter uma voz assim para ler os meus em voz alta...
???
???
........
Porquê?
.
.
.
Don't leave...
jinhus grandes
Então???
Partiste mesmo?
:( Zé Pedro
tenho pena de ter visto este blog só agora... onde é q eu andava? onde é q tu andavas?
eu não parti...tu é que me fizeste partir...com os teus telefonemas idiotas...
corpo, não vais partir, pois não?
I'm waiting... you...
Por acaso, não vi esse filme do Vicent Gallo. Seria bom?
corpo corpo corpo corpo....então?
não fosse a estranheza iria ficar satisfeita por nunca mais mudares isso. é tão bonito.
Partir? Por acaso tenho andado a sentir a tua falta pelo kraak fm <'+++<. Onde andas? Ninguém te abandona. Outono é tempo de reflexão :)
Bjzz presentes
Não me digas que partiste mesmo!!
:( :( :(
E não partimos todos?
Retive a frase, é a primeira da carta a um amigo penso.Carregada de tristeza!
Nem assim a dor se torna suportável.
Tu sabes isso.
Francisco
Lindíssimo ao ponto de ficar sem palavras.
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