Monday, October 31, 2005

sabes que o ar ficou em êxtase
ao ver-te lamber a tua flutuante infelicidade?
(rainer maria rilke)


marilyn monroe during the filming of "the misfits"
photographed by eve arnold

19 Comments:

Blogger disparosacidentais said...

grande, grande e comovente m.

1:23 pm  
Blogger Luís Miguel said...

Êxtase é sinónimo de M. Monroe.
Fica bem, Corpo..
.
.

6:53 pm  
Blogger Hipatia said...

Venho pedir-te uma coisa: a divulgação, aqui no teu Corpo Visível, do "Proximidade". Ou abusar da tua caixa de comentários e divulgá-lo eu ;-)

O link é: http://proximizade.weblog.com.pt/

Contra a cultura da insensibilidade e fazendo da net uma ponte solidária :)

(Sabias que "The Misfits" foi o último filme dos 3 actores principais? Sinto-o sempre ainda mais trágico por isso)

9:40 pm  
Blogger Mendes Ferreira said...

um post "delirante"....bom dia Corpo. bjo.

1:25 pm  
Blogger Amélia said...

Poderá dizer-me a que poema pertencem estes versos?Agradecia

1:30 pm  
Anonymous Anonymous said...

Uma mulher a alimentar-se da própria dor pode ser incrivelmente sexy.
Nuno Vargas

9:35 pm  
Blogger Yardbird said...

Grande filme, esse :) E a Marilyn...nem digo mais nada

5:03 pm  
Blogger Rita said...

Ai sim?

E se fosse antes flutuante felicidade, o que aconteceria então?

Hoje, como se percebe, digo não à tristeza.

Assim seja, enquanto poder.

M de Mundo, M de Mulher, M de Marilyn.

M, de mágoa...

1:13 am  
Blogger dueto said...

este filme está na minha lista de "a ver" há quase meio ano... esta visita veio relembrar-me de que tenho de fazer diligências para o arranjar...

2:15 am  
Blogger Kraak/Peixinho said...

Formidável, Corpo :) Flutuo sempre que venho ao teu blog e quero crer que sou feliz :)

Bom resto de domingo!

Bjzz dominicais

8:31 pm  
Blogger C.S.A. said...

Ando para aqui flutuando, procurando aspirar o êxtase do ar, mas aquela Marylin, de quem, confesso, nunca gostei muito, detesto símbolos sexuais, quase sempre em permanente estado de histeria, apaparicados por basbaques, talvez por estar longe da dita sua «época de oiro» funciona um pouco como combustível de uma certa nostalgia e de um certo momento poético, embora seja de morte, da morte do mito, dos mitos, e talvez assim já consiga encaixar o Rilke.

11:32 pm  
Blogger Mendes Ferreira said...

boa noite Corpo. boa noite inspiração.

12:14 am  
Blogger FDV said...

um filme a ver. urgentemente.

cumprimentos.

12:22 am  
Blogger Mendes Ferreira said...

...(quem dera....Corpo! bjo....)

9:50 am  
Blogger a star was born said...

É etéreo este post.
:)

12:11 am  
Blogger tartaruga said...

O trabalho de M. Monroe é pouco conhecido e está repleto de equívocos. É uma pena.
Muito bonito o post.

9:04 pm  
Anonymous Anonymous said...

a infelicidade só fica bem ás mulheres bonitas, só as belas podem sofrer por amor e estar deprimidas que isso até lhes fica bem

11:16 pm  
Anonymous Anonymous said...

Isto é muito bonito.
Como tudo neste blog.
Joaquim

9:05 pm  
Anonymous Anonymous said...

gostei do blog vou passar cá mais vezes...os comentarios estão brutais!ahahahahah

3:30 pm  

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