Tuesday, December 06, 2005
Previous Posts
- o que eu gostava era de poder falar na tua boca pa...
- a vida, é para ser vivida. mas se não for, é mais ...
- há o perigo de um grito lindíssimo quando andas as...
- sabes que o ar ficou em êxtase ao ver-te lamber a ...
- viajamos porque é necessário enfrentarmos o desamp...
- vou partir como se fosses tu que me abandonasses (...
- afinal o que importa é não ter medo: fechar os ol...
- tu és o nó de sangue que me sufoca. dormes na minh...
- o mundo em que vivo repugna-me, mas sinto-me solid...
- todas as minhas histórias são verídicas, mesmo as ...


23 Comments:
Em câmara lenta.
Em tons de melancolia...Travis e Jane...a impossibilidade de um amor.
O encontro consigo mesmo. O reencontro com o outro.
O estar perdido. O precisar de ser achado. A redenção
A estrada, a águia, a música (Ry Cooder).
Hunter.
O filme da minha vida. Obrigada.
Entre o que damos e o que retemos, há sempre uma entrega maior... A presença de um corpo que, não sendo invisível, se oferece à celebração de um cerimonial luxuoso... Com todo o requinte a que a alma tem direito. Um convite para a ascenção da matéria.
Amnésia decifrando a melancolia, alor periférico na distância: será a terra, teu corpo, a distância, alguns carros, o ruído do território meu, desprotegido, buscando nas memórias, não o o sepulto gelo, mas o fito futuro, algumas guerras, o instinto animal, parir, partir... arar a mente não pode ser desdém, carinho para a desolação: ah grata recordação de um amor antigo, ou talvez não, aquele vidro na loja de sexo... alguém berra: és tu, sou eu, és tu em mim, a língua lambe feridas no revérbero do cérebro: basta, para gramática do enigma tenho a contingência que me atravessa! Visceral no apogeu do alcance é uma flecha furibunda que se nos atravessa, o sabor icto os limites do eu do tu do nós.
Ainda que goste de café amargo, de mesas vazias, de intempéries ao som de Wagner.
...e a música do Ry Cooder. Bom dia. Bjinhos.
DÁS-ME DE NOVO O SONHO....A MELANCOLIA. O SINAL. TUDO.
BEIJO. CORPO.
Não conheço o poeta, o filme tenho em casa há demasiado tempo, à espera da primeira sessão. Humm... Talvez num destes dias...
essa miúda é um caso sério.
cumprimentos.
Em dia da Imaculada, só a romã tem sentido.
Beijo.
excelente combinação de imagem e texto! parabéns pelo blog.
bj.
deste-me a distancia....mas nunca o esquecimento. bom dia Corpo.
beijo.
Há sempre lugar para o café amargo da meia-noite. Mesmo quando se amanhece com um chá relaxante.
Beijos, CV :-)
Deste-me quase tudo
do teu muito pouco nada
corpo,
Q tal 1 fotograma do "Blow-Up" e um textículo doconto homónimo, do Cortazar?;-)
Abraço!
bom dia Corpo....de paris no texas. onde me maravilhei mais de tres vezes....bjo.
Mas dei-te calor quando pedias um chá com bastante açúcar. Servia-to com mel e numa proximidade que só as doces bolachas conseguiam saborear o verdadeiro prazer da proximidade dos teus lábios.
(Kraakinho)
Bjzz de Paris (sem Texas)
...
Fue una letra de tango
para tu indiferente melodía.
....vim agora de uma casa onde te encontrei....:) beijo.
Do Paris Texas (Que adorei!) fica-me a cena dos sapatos, como ele punha os sapatos alinhados, uns ao lado dos outros e os tratava.Lembro-me da cabine...tão perto gaita e tão longe!
Paris, Texas;
um extraordinário filme com a música incrivel de Ry Cooder. Cinco estrelas CORPO VISÍVEL!
sempre que tive de suster, entre as mãos, gotas de amargura, dei comigo a reparar que também é importante sentir o travo do sofrimento para fazer melhor o puzzle da existência. quando tais gotas escorregam definitivamente,a pele volta a ficar macia, mas mais consistente, mais sábia, maior.
Paris, Texas...esse filme fez-me voar pela verdadeira América das grandes paisagens...a musica principal é tão simples e tão bela!...e a Nastassia!
a historia que nao se sabe... apenas a amargura...
Também me deste a intempérie. O resto já não quero. Jamais. rsrsrs
Francisco
Post a Comment
<< Home