Saturday, April 22, 2006
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34 Comments:
olha, desta é que não estava à espera.
yukio mishima é demasiado especial, nem consigo pensar muito bem quando tento explicar o efeito que tem no josé.
é, enfim, o meu escritor não-português favorito. talvez exagere, talvez não o seja. mas está lá no topo, sem dúvida.
e olha, o dolls também é bem bom. vi quatro do kitano. três deles são verdadeiras maravilhas. hana bi, dolls e kidzu ritain são três excelentes filmes, mesmo, sendo que o último toca-me de uma maneira especial
Acreditas que exista um amor assim, por que valha a pena morrer?
"Dividi a minha vida em quatro rios:
o rio dos livros, o rio do teatro, o rio doo corpo e o rio da acção, e esses qutro rios desaguam no mar da fertilidade."
Sabes que morreu a praticar o "seppuku" ou "hara kiri"...
Conheci-o com "O Templo Doirado" o edificio que vibrava dentro dele...
li-o demais....ou seja....amo-O.
____________________a ti.!
o mar.líquido. e não não é redumdância...:).
beijo.
Apanhas-me quase sempre desprevenido. Por detrás de palavras belas e de imagens aparentemente inofensivas, estão sempre personagens devastadas, à beira do abismo. Marginais. Nada é o que parece. Saio daqui sempre perturbado. Pergunto-me, quem és tu, que escondida nas palavras e imagens de outros nos conduzes aos precipícios da alma humana?
João
chove
não há mar que sirva de porto a tanta
água – espero a tua águia
o livro aberto
branco
incensado
e no céu por mais que olhe e espere
só encontro gaivotas com mãos cheias de algas
já os peixes se dissiparam
num sopro recortado na orla dos
seus caminhos conjugais
neste japão (...) in http://saudadesdeantero.blogspot.com/2006_04_01_saudadesdeantero_archive.html#114573772109344503
CSA
tive pena de não ter visto este filme.
não foi o mar. foi uma imagem. o olhar, sobretudo
queria ter.te dito. que não foi o mar.
ante tu.
com as tuas palavras. de água.
bom dia.
esse filme é tao bom...
mais um comentário
As convicções são inimigas mais perigosas da verdade que as mentiras.
Nietzsche
Acho que ele te responde. Ou talvez não.
Está tão interessante o post como os comentários :)
Conheço prosa mas poesia oriental tenho de admitir que me escapa.
Nunca pensei que fosse possível juntar palavras a este filme. O teatro Bunraku, uma das formas de expressão mais peculiares do Japão, encena amores infelizes onde quase sempre os amantes morrem tragicamnete no final. As três histórias de amor do Kitano, baseadas neste tipo de arte, encharcadas de fatalismo e de uma esplêndida beleza visual encaixam mesmo bem das palavras do Mishima. Um amor por que valha a pena morrer...
Francisco
paixão em lisboa. tiger man. que tal?
Cara corpo-visível;
Aprecio muito a escrita do Yukio Mishima (ou será melhor dizer do Hiraoka Kimitake :-P) cujo suicidio se tornou um dos mais famosos. Uma escrita muito fluente e cheia de analogias à "être de vivre" japonesa. *
Este "tema" é-me muito querido.
Pois que no meu caso foi o amor que me fez começar a pensar no mar.
São ambos tão grandes, não achas?
Talvez mesmo indissociáveis... pelo menos para mim.
O amor absoluto. E há outro?
será que o Tão sabe nadar?
uaaaaauuuuuuuu! Vale a pena pensa nisso!!! Tenho que ver o filme!!!
obrigada....corpo!
toda a razão...
gosto!
yukio mishima é especial, excepcional mesmo.
amo-o demais nada a fazer...o amor é uma palavra...tão f.ácil de diz.er...amo...só
boa tarde Corpo. visivel/invisivel. nos sublinhados de Y.M.
b.e.i.j.o.
é importante dizer tudo quase sempre, não deixar para trás. viver a coisa. não pensar devia ter... fica-se leve assim...
Queria falar do amor... Mas o mar levava-o enrolado nas suas ondas, espalhando-se na areia da praia. Onde no dia anterior esteve deitado!
Fantástico o post! Os comentários completam-no!
Mar e amor... cujo elemento comum é a imensidade de proporções que representam!
Confirmei algo que sempre pensei e defendo...
Obrigada!
http://unit.bjork.com/specials/dr9/
Mishima... sempre sábio e a disfrutar das graças do mar... Este post está excelente, Corpo! (como sempre)
Curto esta tua criatividade :)
Offpost: Elliott Brood, 16 Mai, Casa das Artes?
só que o mar renova-se a cada rebentamento de onda... sejam assim as nossas veias, para que não se consumam em absoluto, para que se forme uma nova onda.
não avanças com isto, pá?
pois....tb espero. mais.
b.e.i.j.o.
Fugiste com o fantasma da Frida?
Já tens o programa de Serralves em Festa? Já viste quem vem fazer "As Montanhas da Loucura" do Lovecraft? :)
Está bonito e especial mas nao acredito que apenas o mar nos faça pensar no amor inabavel. Existem tantas outras coisas que vivem inseparáveis do amor.
(gostei deste canto, vou passar por ca mais vezes)
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