Wednesday, July 19, 2006

lembro-me da minha mão
pousada sobre a tua
e esse instante está debaixo
da palavra solidão.
(josé luís peixoto)


"wild at heart" by david lynch

31 Comments:

Blogger merdinhas said...

Estou só na tua sala?

Esse instante está também num cigarro a arder e a evocar memórias (de fogo).
Apeteceu-me ver esse filme outra vez.

12:18 am  
Blogger merdinhas said...

Cabelos em pé?

1:05 am  
Blogger merdinhas said...

Tuol Sle

1:06 am  
Blogger Naked Lunch said...

tb me apeteceu

10:40 am  
Blogger Vodka e Valium 10 said...

O momento de dar a mão é sempre de solidão, Quando a pele se toca, a solidão desaparece. Ao não ser que a mão que foi dada fuja e aí, a solidão reaparece.

11:07 am  
Anonymous Anonymous said...

Lembras-te do que me disseste acerca daqueles que sobrevivem à solidão?
Começa agora a fazer sentido.
Francisco

11:28 am  
Blogger @ said...

um dos meus predilectos...
e agora a Dern com o Harper...

12:22 pm  
Blogger merdinhas said...

Assim... a despropósito ...Alcoforado.

12:37 pm  
Blogger INDIGENTE ANDRAJOSO said...

tirando isso... é um grande filme

7:16 pm  
Blogger INDIGENTE ANDRAJOSO said...

lembraste-me de algo... ve o meu

7:22 pm  
Blogger M said...

nem mais...
um beijo.

9:27 pm  
Blogger Mr_Lynch said...

Adoro "Wild at Heart". A adaptação da obra para o cinema foi controversa mas penso que valeu a pena, tanto que Bary Gifford (o autor), voltou a trabalhar com Lynch em "Industrial Symphony No.1: The Dream of the Broken Hearted" e em "Lost Highway". Logo, penso que a "traição" que Lynch fez à sua obra não deve ter sido assim tão grave...

9:47 pm  
Blogger merdinhas said...

A Selecção terminou. Até estou a estranhar...

12:55 am  
Blogger intruso said...

sobre este filme não consigo dizer nada...
sobre o josé luis Peixoto também não...

"coisas" que me tocam, que "batem fundo"...
(não consigo fugir ao cliché...)

(tenho q rever o filme)

1:22 am  
Blogger macaso said...

A capacidade de estar só de Winnicot revisitada. Muito bom

3:43 pm  
Blogger merdinhas said...

Raposa

3:50 pm  
Blogger merdinhas said...

Não é um insulto é kitsune.

3:51 pm  
Blogger jose said...

ah desta vez não aprecio muito a frase, mas o filme aprecio imenso. curiosamente parece-me dos filmes do lynch mais ignorado. eu cá achei um piadão pá.

10:19 pm  
Blogger O Caso de Charles Dexter Ward said...

Já ando há meses para pegar no Nenhum Olhar que anda cá por casa. Acho que vai ser desta. :)
E a Isabella...Linda. Linda.

12:12 pm  
Blogger manhã said...

Gostei do coração selvagem, havia uma garra afiada de liberdade, foi há muito muito tempo...

9:36 pm  
Anonymous Anonymous said...

A solidão também é uma porta para a liberdade.
Miguel

9:39 pm  
Blogger PCF said...

:)

2:30 am  
Blogger Kraak/Peixinho said...

O pior é quando arranjamos centenas de mentiras para afastar a ilusão de que estamos acompanhados. Estranho, naum?

Bjzz

12:29 am  
Blogger CPiteira said...

redundância da minha parte... sim, eu sei... mas Corpo... ADORO-TE

bjs
Cláudia

10:37 pm  
Anonymous Anonymous said...

I will...

2:50 pm  
Anonymous Anonymous said...

you will?

4:25 pm  
Blogger bomba said...

Neurótico... parece-me...

5:55 am  
Blogger O Caso de Charles Dexter Ward said...

Não preciso de te avisar para o perigo que constitui fugir esta noite com um gajo com dentes de ouro, pois não? :D

6:27 pm  
Blogger contidoimprudente said...

a solidão
é uma gaja tramada.
um destes dias
dei-lhe a mão;
deu em nada...

... mas eu insisto. Ela que se ponha a fancos...

7:44 pm  
Blogger i2_s2 said...

não foi um lynch dos que mais me tocou, mas lembro-me de ter gostado daqueles interseccionismos de fogo nalgumas cenas.

o dueto foi um lugar que se cristalizou; a vida agora flui neste novo link;)

1:40 pm  
Anonymous Anonymous said...

As personagens deste filme eram muito solitárias, mesmo as que não estavam sós, não eram?
Tiago

2:59 pm  

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