Monday, January 08, 2007

cruzamos nossos olhos
em alguma esquina,
demos civicamente os bons dias:
chamar-nos-ão vais ver, contemporâneos.
(ruy belo)


"in the mood for love" by wong kar wai

26 Comments:

Blogger Kraak/Peixinho said...

ENAA! Voltaste! :)

Contemporâneo ou não, isto é efectivamente um momento de pura alegria!

Bjzz cívicos

5:57 pm  
Blogger holeart said...

tão doce

fazer de conta.

belissimo

bjs

c.

10:55 pm  
Anonymous Anonymous said...

"no teu amor por mim
há uma rua que começa"

Ruy Belo

2:19 am  
Blogger m.i.m. said...

tomo esta imagem/frase com o chá de cominhos, pela manhã. que momento lindo.

9:30 am  
Blogger Frioleiras said...

Tão ... tão ...
verdade !

... na sociedade
do
descartável ...

9:45 am  
Anonymous marta said...

Gostei muito.

12:00 pm  
Blogger MBSilva said...

Simplesmente... fantástico! ;)

12:26 pm  
Blogger m.i.m. said...

…a cor quente…

11:10 pm  
Blogger a. said...

assim é que nós gostamos de ti ;)

12:43 am  
Blogger Vodka e Valium 10 said...

E os coevos, onde estão?

12:58 am  
Blogger Mr_Lynch said...

Corpo Visível;
Uma pic de um dos meus filmes predilectos. As longas cenas de comunicação física tornam este filme memorável.
*

12:59 am  
Blogger holeart said...

façamos de conta... é bom fazer de conta... inventar paixoes... dialogos...

falar pelo megafone

viva a festa

7:36 am  
Blogger Isabel said...

Ruy Belo foi, é o poeta que mais me toca.
No meu espaço trascrevi muito de um dos seus livros, talvez aquele com que tenho uma ligação mais forte, "A margem da alegria"
Deixo apenas uma frase desse longo poema que amo: "quando as águas do mar eram ainda águas sem medida
revolvidas
e não como hoje são domésticas e mansas..."
As águas hoje são domésticas, mansas, civicas, contemporâneas.

E as pessoas são como as águas.

Demasiado mansas, tão civicas e tão contemporâneas se tornaram para o meu gosto.


Isabel

4:57 pm  
Blogger merdinhas said...

ostras!



Kaput kaput e eu sem prestar atenção...


( o site do filme ...hei-de te pôr aqui o link...)

12:25 am  
Blogger O Caso de Charles Dexter Ward said...

Nunca consegui perceber como é que depois de um grande amor pode vir a indiferença.

1:17 am  
Blogger belinha said...

Belas palavras do poeta e belo filme também,simples,elegante e com uma bela música a acompanhar!:-)

1:45 pm  
Blogger belinha said...

Vou linkar este blog!:-)

1:46 pm  
Blogger i2_s2 said...

cruzámos as nossas moradas por obra de um qualquer acaso electrónico, ainda eu morava em vielas antigas. hj, reencontrei este rasto-link, que tornou visível que o corpo ainda respira.
e ainda bem:)

1:51 pm  
Blogger ernestina vazoni said...

Tão bom ver-te visível!
Bom Ano.
Obrigado

3:51 pm  
Blogger Y. said...

iupyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy.....





boa!


de novo. aqui.




beijo.te.

5:49 pm  
Blogger intruso said...

olhares cruzados
inevitáveis

(esquina cinematográfica de amor.......................)

chamar-nos-ão vais ver...

11:34 pm  
Anonymous Anonymous said...

Recuso-me a aceitar essa possibilidade.
E a vertigem do nosso olhar?
Francisco

4:08 pm  
Blogger vermelho como a estrada said...

Isto até arrepia!
E que belo que é o filme!

6:17 pm  
Blogger Bruno said...

Um dos meus mais amados filmes!

5:49 pm  
Blogger Diafragma said...

Fabuloso, fabuloso!

9:00 pm  
Blogger blue said...

obrigada. também gostei de aqui estar.
:)

10:11 am  

Post a Comment

<< Home