Wednesday, November 07, 2007

a pele
era o que de mais solitário
havia no seu corpo.
(luís miguel nava)


photo by nan goldin

21 Comments:

Blogger [n] said...

também, " o coração é o tempo, a pele as margens"... um beijo

3:18 pm  
Blogger Bandida said...

absolutamente visível. em forma de corpo. a pele.

9:11 pm  
Blogger intruso said...

fui "rebuscar" este céu (dele);

"Assoam-se-me à alma, quem
como eu traz desfraldado o coração sabe o que querem
dizer estas palavras.
A pele serve de céu ao coração."
L.M.N.

8:47 pm  
Anonymous Anonymous said...

E regressas ao Nava, ao corpo, ao abismo, ao desassossego.
E ao abandono, dirias tu.
Tenho saudades tuas. Francisco

7:01 pm  
Blogger black puss in white boots said...

A pele fria e a pele quente que se misturam nos acasos da vida e produzem corpos (in)visíveis.

7:52 pm  
Blogger isabel mendes ferreira said...

olá invisível/belo/visível..


corpo à distância sobre a pele de um dos "meus" poetas"....



beijos.



(...)

10:34 am  
Blogger vértice avulso said...

porque para a pele que nos reveste a companhia do eu não basta.

- saudades de ler Luís Miguel Nava, reaguçadas pelo post:) -

2:09 pm  
Blogger merdinhas said...

"Desnudarmo-nos é pouco, há que mostrar as vísceras"
também é ele que o diz. talvez depois de deixar cair essa pele solitária.

12:15 am  
Blogger Clara Mazini said...

Tão bonito. Até machuca.

5:44 pm  
Blogger Kraak/Peixinho said...

Às vezes gostava de ser pele...

11:50 am  
Blogger Naked Lunch said...

da pele, os cheiros

11:45 am  
Blogger O Caso de Charles Dexter Ward said...

Não nos podemos encontrar só nos Pop Dell'Arte. Vamos ter de mudar isso... Para que não haja solidão que nos pegue. ;)

2:44 pm  
Blogger merdinhas said...

antes de desligar resolvi passar aqui e comentar o teu comentário.

Sim o projecto morrinho era engraçado...uma das coisas de que gostei na Bienal foi eses "paredes meias" de putos da favela e de "Nauman's" , de consagrados e de iniciados.
Se vires a área do projecto originário é qualquer coisa de enorme...os irmãos Oliveira começaram por fazer aquilo em azulejo mas acabaram a "tijolar" e ao que parece com visita privada do curador da Bienal e vôo garantido para Veneza.

Uma das coisas divertidas na favela miniatura de Veneza eram os pássaros, acho que pardais que por lá pousavam...se clicares para ampliares as fotografias consegues vê-los.

Bem boa noite. Gostava de saber deitar-me cedo mas invento sempre qualquer coisa....

1:19 am  
Blogger isabel mendes ferreira said...

bom dia C O R P O.

9:48 am  
Blogger Mr. Lynch said...

corpo visível;
Por motivos ainda alheios ao meu conhecimento, ainda não tive curiosidade de pesquisar a obra de Luís Miguel Nava. Muitos mencionam que ele é um ícone da poesia em Portugal mas...
Tenho que definitivamente procurar uma obra.
A foto está (como sempre) extraordinária. Mais um post brilhante.
*

3:14 pm  
Anonymous luís said...

estou de volta, noutra casa

4:15 pm  
Blogger nuno said...

"vem sempre dar à pele o que a memória carregou, da mesma forma que, depois de revolvidos, os destroços vêm dar à praia" LMN

6:59 pm  
Anonymous Anonymous said...

Um post mesmo a jeito de quem anda a ler Schopenhauer :)
Quando voltares de Madrid diz alguma coisa.
Pedro

11:29 pm  
Anonymous Anonymous said...

No Plano B não te fui cumprimentar. Estavas com um Wraygunn e eu senti-me intimidado. :p
Pedro

5:06 pm  
Blogger vermelho como a estrada said...

É urgente descobrir este Luís Miguel Nava.

6:22 pm  
Blogger un dress said...

pois era.

e sempre será

a portadora da solidão

maior.


*

12:26 pm  

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