Wednesday, November 07, 2007
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21 Comments:
também, " o coração é o tempo, a pele as margens"... um beijo
absolutamente visível. em forma de corpo. a pele.
fui "rebuscar" este céu (dele);
"Assoam-se-me à alma, quem
como eu traz desfraldado o coração sabe o que querem
dizer estas palavras.
A pele serve de céu ao coração."
L.M.N.
E regressas ao Nava, ao corpo, ao abismo, ao desassossego.
E ao abandono, dirias tu.
Tenho saudades tuas. Francisco
A pele fria e a pele quente que se misturam nos acasos da vida e produzem corpos (in)visíveis.
olá invisível/belo/visível..
corpo à distância sobre a pele de um dos "meus" poetas"....
beijos.
(...)
porque para a pele que nos reveste a companhia do eu não basta.
- saudades de ler Luís Miguel Nava, reaguçadas pelo post:) -
"Desnudarmo-nos é pouco, há que mostrar as vísceras"
também é ele que o diz. talvez depois de deixar cair essa pele solitária.
Tão bonito. Até machuca.
Às vezes gostava de ser pele...
da pele, os cheiros
Não nos podemos encontrar só nos Pop Dell'Arte. Vamos ter de mudar isso... Para que não haja solidão que nos pegue. ;)
antes de desligar resolvi passar aqui e comentar o teu comentário.
Sim o projecto morrinho era engraçado...uma das coisas de que gostei na Bienal foi eses "paredes meias" de putos da favela e de "Nauman's" , de consagrados e de iniciados.
Se vires a área do projecto originário é qualquer coisa de enorme...os irmãos Oliveira começaram por fazer aquilo em azulejo mas acabaram a "tijolar" e ao que parece com visita privada do curador da Bienal e vôo garantido para Veneza.
Uma das coisas divertidas na favela miniatura de Veneza eram os pássaros, acho que pardais que por lá pousavam...se clicares para ampliares as fotografias consegues vê-los.
Bem boa noite. Gostava de saber deitar-me cedo mas invento sempre qualquer coisa....
bom dia C O R P O.
corpo visível;
Por motivos ainda alheios ao meu conhecimento, ainda não tive curiosidade de pesquisar a obra de Luís Miguel Nava. Muitos mencionam que ele é um ícone da poesia em Portugal mas...
Tenho que definitivamente procurar uma obra.
A foto está (como sempre) extraordinária. Mais um post brilhante.
*
estou de volta, noutra casa
"vem sempre dar à pele o que a memória carregou, da mesma forma que, depois de revolvidos, os destroços vêm dar à praia" LMN
Um post mesmo a jeito de quem anda a ler Schopenhauer :)
Quando voltares de Madrid diz alguma coisa.
Pedro
No Plano B não te fui cumprimentar. Estavas com um Wraygunn e eu senti-me intimidado. :p
Pedro
É urgente descobrir este Luís Miguel Nava.
pois era.
e sempre será
a portadora da solidão
maior.
*
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